Science & Theatre – relationality starts with us

Last meeting with some of the project’s members.

Relationality, community and affection between members of the project occur in many ways, one of which is, in an interdisciplinary team, learning from each other. In our FoRel, science and theatre merge creating new possibilities for the process of (co)producing knowledge and for knowledge itself, Dadivo José and Christopher Cheupe from the teams in Mozambique and Kenya, respectively, shared and educated us about theatre, their trajectories and the importance of this approach in their respective countries.

Chris shared how the theatre has been used in research and dialogues between academia and communities and taught us about different participatory theatre types. He also shared his trajectory within the theatre and how he feels confident today, being a facilitator who makes sure to understand about the subject being dealt with and about the local context.

Dadivo, in turn, taught us how theatre has been used through the history of Mozambique since pre-colonial times to spread information and educate the population. He also told us about the use of theatre as a healing process. This theatrical healing process occurs with the audience (also in the community), and the actors. Dadivo shared how himself went through this transformative process, healing the traumas of the Civil War. Whoever is involved with theatre in Mozambique would ask at some point: “are we healing from the trauma by forgetting or remembering?”.

In both cases, the theatre has been used effectively to promote informative campaigns and raise awareness about different topics. Another point in common between the two presentations was that language in theatre must respect the local language and “context language”. However, as they put it, theatre allows us to create a safe space where local histories can be told. For them, one way to deal with sensitive themes or even with local power structures (for example, gender issues), is to use songs, dances and humour.

The FoRel project is immensely grateful for having professionals of such sensitivity, knowledge and competence, which allows us to learn whenever we meet and enriches the relationality of our project.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Relacionalidade, comunidade e afeto acadêmico entre membros do projeto dá-se de muitas maneiras, uma delas é, no nosso time interdisciplinar, a aprendizagem entre o grupo. Em nosso FoRel, no qual a ciência e o teatro se fundem e criam novas possibilidades de produção de conhecimento e um novo conhecimento, Dadivo José do time de Moçambique e Christopher Cheupe do Quenia, compartilharam suas trajetórias e  nos educaram sobre teatro e a importância dessa abordagem em seus respectivos países. 

Chris compartilhou como o teatro vem sendo utilizado em pesquisas e diálogos entre academia e comunidade, além de apresentar os diferentes tipos de teatro de participação realizados no Quênia. Também compartilhou a sua própria trajetória dentro do teatro e como hoje ele se sente seguro em sendo um facilitador que, segundo ele, precisa entender sobre teatro, sobre o tema tratado e sobre o contexto local. 

Dadivo, por sua vez, nos ensinou como o teatro vem sendo utilizado na história de Moçambique, desde de tempos pré-coloniais para difundir informação e educar a população, bem como a utilização do teatro de hoje dia, considerada como um processo de cura. Esse processo teatral de cura ocorre com a audiência (a comunidade que se apresenta), e também com seus atores. Dadivo compartilhou como ele próprio passou por esse processo transformador, curando os traumas da Guerra Civil, “estamos nos curando do trauma esquecendo ou lembrando dele?”.

Em ambos os casos o teatro vem sendo utilizado de maneira efetiva para promover campanhas informativas e aumentar a consciência sobre temas diversos. Outro ponto em comum entre as duas palestras foi o fato de que a linguagem no teatro deve respeitar a Língua e linguagem (contexto) local. Entretanto, O teatro nos permite criar esse local seguro para contar a história local. E uma maneira para se lidar com temas sensíveis ou até mesmo com as estruturas de poder locais (por exemplo, gênero), compartilhado por eles, é a utilização de canções, danças e humor.

O projeto FoRel é imensamente grato por contar com profissionais de tamanha sensibilidade, conhecimento e competência, que nos permite aprender sempre que nos reunimos e que enriquece o projeto relacional dentro da relacionalidade do nosso projeto.  

2 thoughts on “Science & Theatre – relationality starts with us”

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s